Crimes virtuais: sua empresa está protegida?

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Crimes virtuais!! Todo mundo já ouviu falar, ou já leu, pelo menos uma vez sobre esse assunto. Mas você sabe em quais empresas eles são mais comuns?  Podemos supor que seja o mercado financeiro, certo? Errado!!!!

Uma nova pesquisa publicada no anual NTT 2016 Global Threat Intelligence Report revela que os criminosos cibernéticos desviaram o seu foco para o setor de varejo. Pasmem!! Isso mesmo, as empresas de varejo têm sofrido quase o triplo de ataques dos crimes virtuais comparando com o setor financeiro. Diga-se de passagem, o setor financeiro estava no topo da lista de ataques cibernéticos no relatório de 2015. Os ataques cibernéticos no mercado financeiro caíram significativamente para a décima quarta posição.

Matthew Gyde, Diretor Executivo de Segurança do Grupo Dimension Data, explica: “Essas empresassão alvos cada vez mais frequentes, porque processam grandes volumes de informação pessoal, como os dados de cartões de crédito, em ambientes altamente distribuídos com muitos terminais, dispositivos e pontos de serviço. Tais ambientes diversificados podem ser difíceis de proteger”.

Crimes virtuais: outros destaques no relatório

  • 65% dos ataques tiveram origem a partir de endereços IP dentro dos EUA. No entanto, estes endereços IP podiam estar localizados em qualquer parte do mundo. Os criminosos cibernéticos estão a adotar infraestrutura de baixo custo, altamente disponível e geograficamente estratégica para perpetrar atividades maliciosas.
  • Criminosos cibernéticos utilizam cada vez mais programas maliciosos (malware) para ultrapassarem as defesas periféricas das organizações. Em 2015 a uso de malware aumento 18% em todos os setores de atividade, excluindo a área educacional.
  • Os ataques de malware são cada vez mais frequentes, complexos e difíceis de detetar. As organizações estão a desenvolver zonas protegidas, designadas por sandboxes¹ para entenderem melhor as táticas de criminosos e evitarem ataques cibernéticos. Por outro lado, os informáticos maliciosos trabalham a todo o ritmo para descobrirem técnicas contra as sandboxes.
  • A análise de ataques por honeynet nas organizações revela que os agressores estão a recorrer a operadores de telecomunicações e de serviços para efetuarem suas operações.

Estes dados estão baseados em 3,500 bilhões de registros de segurança e 6,2 bilhões de ataques. Os dados também foram obtidos a partir de 24 Centros de Operações de Segurança e sete centros de investigação e desenvolvimento do Grupo NTT.

A nova edição do relatório contém o inventário das ameaças à segurança identificadas durante 2015 com 8.000 clientes de empresas de segurança do Grupo NTT, como Dimension Data, Solutionary, NTT Com Security, NTT R&D e NTT Innovation Institute (NTTi3). Estes dados estão baseados em 3,500 bilhões de registros de segurança e 6,2 bilhões de ataques. Os dados também foram obtidos a partir de 24 Centros de Operações de Segurança e sete centros de investigação e desenvolvimento do Grupo NTT.

Visite www.dimensiondata.com/globalthreatreport para descarregar o Guia Executivo anual de 2016 NTT Global Threat Intelligence Report.


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