O Risco do uso diário de ácido acetilsalicílico

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Ácido acetilsalicílico é um fármaco do grupo dos anti-inflamatórios não-esteroides. Um grupo fármacos que têm capacidade de controlar a inflamação, de reduzir a dor, e de combater a febre.

Grande parte da população saiba que um dos medicamentos mais famosos à base de ácido acetilsalicílico é a Aspirina. À título de curiosidade, o seu nome foi criado juntando A de acetil; Spir se refere a Spiraea ulmaria (planta que fornece o ácido salicílico); e o in era um sufixo utilizado na época e que acabou formando o nome Aspirin, que depois foi aportuguesado para Aspirina, segundo artigo da Wikipedia.

Mas, o que muita gente não sabe é que o uso diário desse medicamento, por pessoas com mais de 75 anos, pode ser um risco de maior de sangramento grave ou fatal, de acordo com um novo estudo publicado nesta semana na revista científica “The Lancet”.

O uso do Ácido acetilsalicílico traz benefícios se usado por curtos prazos depois de um AVC (acidente vascular cerebral) ou até mesmo depois de um ataque cardíaco. Muitos pacientes, acima de 75 anos , fazem uso do ácido acetilsalicílico para azia, como no caso do uso do omeprazol.

Uso recorrente de ácido acetilsalicílico

Segundo pesquisa, nos Estados Unidos e na Europa, é muito comum o uso desse fármaco. Cerca de 40% a 60% das pessoas, com mais de 75 anos usam aspirina, ou outras drogas parecidas, para evitar ataques cardíacos ou AVC.

Esse tipo de tratamento é recomendado para o resto da vida, como prevenção secundária, a esses pacientes.

A recomendação para o tratamento de longo prazo com aspirina se baseia em testes feitos com pacientes com menos de 75 anos, que foram estudados ao longo de períodos de dois a quatro anos. Estudos anteriores, porém, já ligaram esses tratamentos ao sangramento no trato gastrointestinal superior.

O Risco do uso diário de ácido acetilsalicílico

Estudos indicam que já se soubesse que os riscos de sangramento crescem com a idade, mas não havia dados suficientes para estimar o aumento da severidade do problema com o envelhecimento.

“Estudos anteriores mostraram que há um claro benefício no tratamento de curto prazo com aspirina após ataques do coração ou AVC. Mas nossa descoberta levanta questões sobre o equilíbrio entre riscos e benefícios no uso a longo prazo por pessoas com mais de 75 anos”, afirmou Rothwell, autor principal do estudo,  da Universidade de Oxford (Reino Unido).


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