Feriado: levar o pet na viagem ou deixá-lo?

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Levar o pet na viagem ou deixá-lo? Eis a questão. Em períodos de feriado prolongado, como o de 7 de abril, da Independência, muitas pessoas fazem planos para viajar e não têm com quem deixar o bichinho.

O pet poderá ficar sozinho no local de hospedagem enquanto a família realiza algum passeio? A mudança de rotina será estressante para ele?

“Pense bem no destino, no meio de transporte, nas atividades e na duração da viagem. Tudo deve ser levado em conta para decidir se você deve levar ou não o bichinho na viagem”, alerta a veterinária Ingrid Stein da DogHero.

Uma alternativa cada vez mais usada é hospedá-lo com um hotel para animais. Outra opção é procurar um anfitrião, como são chamadas as pessoas que recebem em casa, que cuidará do animal durante a ausência do tutor. Uma alternativa bem legal.

Agora para quem deseja levá-lo na viagem, alguns cuidados devem ser tomados para o transporte do mascote.

Para dar uma “mãozinha” nessa decisão trouxemos algumas dicas para ambas as situações. Confira!

Se o pet ficar

Caso o seu destino não seja pet friendly, uma opção é hospedar o cãozinho com um Anfitrião para oferecer uma estadia tranquila e divertida tanto para o pet. Os Anfitriões são responsáveis por proporcionar conforto e carinho, além de enviar diariamente fotos e vídeos dos cãezinhos aos tutores.

“Na casa dos Anfitriões, os animais têm a rotina de mimos mantida: passeios, alimentação, brincadeiras e eventuais cuidados de saúde. Eles realmente se sentem em casa”, explica Ingrid.

Se o bichinho também viajar

Se a opção é levar o amigo de quatro patas vai passear, algumas regras devem ser seguidas:

Transporte de avião

Vale lembrar que as companhias aéreas exigem que o cachorro ou gato viaje na caixa de transporte durante todo o trajeto. Para viajar na cabine, o pet deve pesar, somado com o peso da caixa, até 7 kg. Se a soma ultrapassar 7 kg, o mascote viaja distante do dono no bagageiro do avião, o que pode ser estressante para alguns animais;

– Há um custo envolvido: a companhia aérea Latam, por exemplo, cobra uma tarifa fixa de R$ 200 (trecho) para o transporte do pet na cabine;

– É preciso apresentar os atestados de saúde e vacinação, emitidos por um veterinário até 48 horas de embarcar;

– Muitas vezes, o bichinho que não está acostumado com viagens deve tomar um remedinho para enjoo: é indicado conversar com o veterinário dele sobre;

– Boa parte das companhias aéreas não aceita transportar braquicefálicos (raças de cachorros com o focinho achatado) – como shih tzu, buldogue francês, buldogue inglês, pug, boxer, pequinês e boston terrier – que exigem cuidados especiais.

Transporte de carro, ônibus ou trem

– O cinto de segurança adequado é obrigatório para a locomoção do bichinho. Outra opção é a caixa de transporte, normalmente de plástico com ventilação nas laterais. A terceira opção seria a cadeirinha, similar àquelas utilizadas pelas crianças. O mascote é preso pela coleira no cesto;

– Em caso de viagens mais longas, é muito importante realizar paradas a cada duas ou três horas, para o pet fazer as necessidades, esticar as patinhas, beber água e, dependendo do tempo, realizar uma refeição.
Stein aconselha ainda que é preciso analisar os prós e os contras de levar o animal junto na viagem.

Portanto, agora que sabe quais são as condições  poder ir tranquilo, independente da decisão. Boa viagem!


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